Nos últimos dias, a verdade sobre a USAID veio à tona de forma incontrolável. O esquema bilionário de financiamento a ONGs e grupos alinhados à esquerda, o uso do dinheiro dos impostos americanos para promover a agenda “woke” mundo afora e, claro, a suspeita de interferência em eleições estrangeiras, incluindo as do Brasil, finalmente começaram a ser expostos.
A BOMBA RELÓGIO ESTÁ ATIVADA
A agência, que deveria servir para ajuda humanitária, virou uma máquina de financiamento para garantir que governos “amigos” assumam o poder e se mantenham lá. Nos EUA, a bomba explodiu com a revelação de que a USAID despejou bilhões de dólares para financiar a mídia mainstream, manipular narrativas e fortalecer partidos alinhados ao globalismo.
No Brasil, o impacto dessa revelação pode ser devastador. O TSE, chefiado por Alexandre de Moraes, manteve estreita relação com entidades financiadas pela USAID no suposto “combate à desinformação” antes das eleições de 2022. O que na prática significou censura seletiva, bloqueio de contas, perseguição a conservadores e o controle absoluto do debate público.
E agora, com a cortina sendo puxada nos EUA e as investigações do DOGE chegando cada vez mais perto, o desespero bateu no STF.
MORAES COM O C* NA MÃO
Alexandre de Moraes sempre agiu com o ímpeto de quem acreditava jamais ser pego. Talvez o motivo para isso seja a certeza de que estava protegido pelo aparato globalista que há anos opera nas sombras.
As recentes revelações sobre a CIA e a USAID tentando interferir na política brasileira explicam muito dessa arrogância. Enquanto se sentia amparado por interesses estrangeiros, Moraes e o bando de corruptos do STF pareciam convencidos de que a impunidade seria eterna. Afinal, com o apoio do Deep State, com bilhões fluindo para ONGs e “instituições democráticas”, quem ousaria desafiá-los?
Mas agora o tabuleiro virou. O esquema da USAID está sendo desmontado nos EUA, Musk está expondo a censura global, e o STF começa a perceber que pode não estar tão blindado quanto imaginava.
Isso explica o súbito “gesto de boa vontade” de Moraes ao liberar as redes sociais de Monark.
Durante anos, ele perseguiu, censurou e destruiu perfis sob a justificativa de combater “fake news”. Agora, com o ocidente inteiro de olho nas revelações sobre a USAID, com o próprio Elon Musk desafiando sua autoridade e as peças do quebra-cabeça se encaixando, ele tenta aliviar a pressão.
O que antes era punição implacável, agora se transforma em concessões estratégicas. Mas a verdade é que a farsa já foi desmascarada.
E O QUE VEM PELA FRENTE?
O colapso da USAID nos EUA pode ser o início do fim da censura institucionalizada no Brasil. Se a interferência na política americana já foi provada, quanto tempo até as ligações com o STF e o TSE se tornarem públicas?
O jogo virou. E os donos da narrativa estão apavorados.















