OBRIGADO PELO SEU VOTO, MAS QUEM MANDA SÃO AS ONGS… AS ONGS SÃO OS VERDADEIROS GOVERNANTES DO MUNDO

Nos dias atuais, cresce a percepção de que, apesar dos processos eleitorais e da escolha popular, são outros atores que realmente controlam os rumos das nações. Um desses grandes atores invisíveis são as Organizações Não Governamentais (ONGs). O que deveria ser um mecanismo de apoio à sociedade se transformou em uma ferramenta de manipulação global, financiada por grandes interesses metacapitalistas como os de George Soros, que, segundo Elon Musk, encontrou um jeito de “hackear” o sistema e influenciar decisões de forma indireta, sem passar pelo crivo do voto popular.

O CRESCIMENTO DAS ONGS E SEU PAPEL NA POLÍTICA GLOBAL

As ONGs surgiram originalmente como grupos de apoio a causas sociais, ambientais e humanitárias. Entretanto, com o tempo, foram capturadas por interesses globais e transformadas em um mecanismo de pressão política sobre governos eleitos. O poder dessas organizações está no fato de que, ao contrário dos governos, elas não prestam contas diretamente aos eleitores e podem operar com agendas globais sem precisar do aval do povo.

Segundo Musk, hoje existem milhões de ONGs apenas nos Estados Unidos, sendo dezenas de milhares delas de grande porte, atuando em todas as esferas da sociedade e espalhadas pelo mundo inteiro. Elas se infiltram nos setores político, educacional, jurídico e econômico, moldando narrativas e influenciando decisões de governos.

O MODELO DE INFLUÊNCIA DE GEORGE SOROS E OUTROS METACAPITALISTAS

George Soros, através de sua Open Society Foundations, é um dos principais financiadores de ONGs que atuam para interferir na soberania dos países. Ele e outros bilionários descobriram que, ao contrário dos governos, as ONGs podem fazer aquilo que os Estados não poderiam sem sofrer as mesmas restrições legais. Como Musk afirmou recentemente, “um governo não pode impor certas mudanças sem passar pelo Congresso ou pela Justiça, mas uma ONG pode defender as mesmas mudanças, financiá-las e implementá-las sem qualquer controle democrático”.

Isso significa que interesses privados, sem qualquer aval do povo, determinam rumos políticos, econômicos e culturais. Quando uma ONG defende uma pauta, ela o faz sob o pretexto de direitos humanos, proteção ambiental ou justiça social, mas, na prática, está apenas servindo aos interesses daqueles que a financiam.

No Brasil, a Open Society Foundations de Soros despejou mais de R$ 150 milhões em ONGs somente em 2023. As entidades financiadas por essa rede incluem organizações que promovem a legalização das drogas, a descriminalização do aborto e o afrouxamento do sistema carcerário. O impacto desses investimentos não se restringe a simples campanhas de conscientização, mas molda efetivamente a opinião pública e direciona políticas governamentais.

O caso do Instituto Incube, que recebeu US$ 3,1 milhões da Open Society, é emblemático. Essa ONG, praticamente invisível na internet e sem transparência sobre suas atividades, recebeu milhões de dólares para operar um “fundo de resposta rápida” no Brasil. Seu trabalho efetivo é um mistério, mas seu financiamento constante indica que está desempenhando um papel importante nos planos de Soros para o país.

Outra ONG destacada no relatório da Open Society é o Instituto Clima e Sociedade (iCS), que recebeu US$ 1,7 milhão para influenciar políticas ambientais e econômicas no Brasil. Organizações como essa têm grande poder sobre as decisões políticas, influenciando regulações que afetam diretamente setores estratégicos da economia, como o agronegócio.

EXEMPLOS PELO MUNDO: ROMÊNIA, BRASIL E EUA

Recentemente, na Romênia, o candidato de direita Călin Georgescu, venceu as eleições, mas as autoridades decidiram cancelar o pleito, alegando irregularidades. O sistema simplesmente anulou o voto popular e ONGs patrocinadas por Soros tiveram papel central na justificativa para a anulação. Essa interferência de ONGs no processo eleitoral gerou revolta na população e levantou questões sobre o real papel dessas organizações.

Nos Estados Unidos, muitas das mudanças políticas que ocorreram nos últimos anos, especialmente no que diz respeito à imigração e à educação, foram empurradas por ONGs financiadas por bilionários progressistas. No Brasil, ONGs ambientais e indigenistas atuam como verdadeiros governos paralelos, determinando o que pode ou não ser feito nos territórios do país.

O USO DE ONGS COMO FERRAMENTA DE DESTRUIÇÃO DA DEMOCRACIA

Governos são eleitos, mas quem realmente define muitas das regras e restrições são ONGs que atuam nos bastidores. A Amazônia, por exemplo, é um dos territórios mais cobiçados do mundo e está repleta de ONGs estrangeiras que impõem regras sobre a exploração dos recursos naturais, sem qualquer consulta ao povo brasileiro. Decisões cruciais sobre soberania ambiental, reservas indígenas e políticas energéticas são, muitas vezes, tomadas por ONGs financiadas por organismos internacionais, e não pelo Congresso Nacional.

A influência das ONGs no Brasil vai muito além da questão ambiental. Elas interferem na formulação de políticas públicas, travam avanços econômicos e impõem restrições ao agronegócio, sob o pretexto de defender direitos indígenas e preservar o meio ambiente. O resultado? A Amazônia se torna um território praticamente intocável, onde a soberania nacional é constantemente ameaçada.

Muitas dessas ONGs possuem ligações diretas com organismos internacionais e são amplamente financiadas por interesses estrangeiros. O objetivo não é proteger os biomas brasileiros, mas sim garantir que os recursos naturais do Brasil permaneçam inacessíveis para os brasileiros e sob controle de forças externas. Enquanto isso, o país fica refém de restrições impostas de fora para dentro, comprometendo nosso crescimento e independência.

E não podemos ignorar as ONGs que atuam no campo social, promovendo pautas que corroem os valores tradicionais da sociedade. São ONGs que defendem a liberação de drogas, o desarmamento da população, a imposição da agenda trans em crianças e outras causas alinhadas à agenda WOKE mundial. Essas organizações não fortalecem o país—pelo contrário, trabalham para sua destruição, promovendo a degradação moral, a desestruturação da família e o enfraquecimento da identidade nacional. O Brasil precisa urgentemente rever o poder dessas entidades e recuperar o controle sobre seu próprio destino.

O IMPACTO GLOBAL DAS ONGS: CONTROLE CULTURAL E ECONÔMICO

As ONGs também exercem forte controle sobre a cultura e a economia global. Muitas ditam a narrativa da mídia, financiam projetos educativos que promovem ideologias específicas e influenciam diretamente políticas de grandes corporações. A imprensa, as universidades e até o setor privado são constantemente pressionados a seguir diretrizes estabelecidas por essas organizações.

Nos EUA, as ONGs estão por trás da promoção da agenda progressista que busca transformar completamente a estrutura social do país. No Brasil, elas influenciam decisões do STF, do Congresso e até do Executivo, tornando-se uma espécie de governo paralelo que impõe sua vontade sem passar pelo voto popular.

NOS EUA, O DOGE DE ELON MUSK EXPÕE A MÁQUINA DE MANIPULAÇÃO GLOBAL

Com a volta de Donald Trump à Casa Branca, um dos principais órgãos criados para lidar com o problema da corrupção governamental e a influência indevida de ONGs foi o Department of Government Efficiency (DOGE), gerenciado por Elon Musk. Desde que assumiu o controle da nova entidade, Musk e sua equipe têm escavado contratos suspeitos e identificado bilhões de dólares de gastos desnecessários, muitos dos quais destinados a ONGs de caráter duvidoso.

Um dos exemplos mais emblemáticos expostos pelo DOGE foi um contrato inicialmente avaliado em 8 bilhões de dólares para “apoio técnico” a um departamento de diversidade da ICE (Immigration and Customs Enforcement). A real despesa foi de apenas 8 milhões de dólares, evidenciando a fraude e o superfaturamento sistemático que alimenta ONGs e grupos ligados ao establishment.

Além disso, Musk revelou que o governo dos EUA gasta milhões de dólares financiando ONGs internacionais que operam em áreas de influência política, promovendo mudanças em países estrangeiros sem qualquer tipo de prestação de contas. Isso inclui financiamento para mídia progressista, ativismo político disfarçado de ajuda humanitária e até mesmo iniciativas que interferem diretamente em eleições estrangeiras.

COMO RESOLVER O PROBLEMA

A soberania dos países precisa ser resgatada. Para isso, algumas medidas são essenciais:
  1. Transparência no financiamento das ONGs – Os governos devem exigir a divulgação completa das fontes de financiamento dessas organizações.
  2. Limitação da atuação de ONGs estrangeiras – Países devem ter soberania sobre suas decisões e recursos naturais.
  3. Fortalecimento do voto popular – Decisões cruciais devem ser tomadas por representantes eleitos e não por grupos financiados por bilionários.
  4. Auditorias e cortes de financiamento – O DOGE tem demonstrado que bilhões de dólares são gastos de forma irregular. Expor e cortar esses gastos deve ser uma prioridade.
Se essas medidas não forem tomadas, continuaremos vivendo sob uma democracia de fachada, onde os eleitores votam, mas quem realmente manda são as ONGs e seus financiadores globais. O futuro das nações não pode continuar refém de uma elite globalista que usa essas organizações para avançar seus próprios interesses sem qualquer respaldo popular. A luta pela soberania precisa começar agora.

O que Elon Musk descrobriu sobre o esquem das ONGs?

voxliberdade@voxliberdade.com.br

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