A PERSEGUIÇÃO GLOBAL À DIREITA: UM PROJETO DE PODER DA ESQUERDA GLOBALISTA

Nos últimos anos, o mundo tem testemunhado uma onda de perseguição política orquestrada contra a direita conservadora. Esse movimento não é isolado, tampouco casual. É parte de um projeto de poder global da esquerda progressista, que busca calar, marginalizar e eliminar qualquer oposição política que se coloque contra sua hegemonia ideológica. Da América Latina à Europa, passando pelos Estados Unidos, há uma clara tentativa de deslegitimar, criminalizar e até encarcerar líderes, partidos e movimentos conservadores. A tática é a mesma: manipular instituições, usar a grande mídia como aliada e contar com o apoio de organizações globalistas que operam como verdadeiras marionetistas nos bastidores do poder. Entre elas, a Open Society Foundations, de George Soros, ocupa papel central.

BRASIL: BOLSONARO E A CRIMINALIZAÇÃO DO CONSERVADORISMO

Jair Bolsonaro, se tornou o principal alvo do consórcio entre o STF, o Executivo, a velha imprensa e setores do Ministério Público. Após deixar a presidência, Bolsonaro foi tornado inelegível sob justificativas frágeis, por simplesmente criticar o sistema eleitoral e seguir a Constituição ao questionar decisões monocráticas do STF. Acusado injustamente de planejar um golpe de Estado, ele hoje é réu por um processo que mais se parece com um “show trial” — um julgamento de fachada, onde o resultado já está definido de antemão. Sua condenação se tornaria a coroação do projeto de poder da esquerda no país.

Enquanto isso, figuras ligadas ao lulismo, mesmo condenadas por corrupção, são celebradas pela mídia e ocupam cargos de destaque no governo. A mensagem é clara: se você for de direita, será perseguido. Se for de esquerda, será protegido.

FRANÇA: MARINE LE PEN CONDENADA E ELIMINADA DAS ELEIÇÕES

Marine Le Pen, líder da direita nacionalista na França, foi condenada e banida das eleições por supostamente divulgar imagens de violência do Estado Islâmico. A narrativa? “Incitação ao ódio”. Na prática, foi apenas mais uma tentativa de silenciar uma candidata que desafia a elite europeia e sua agenda pró-imigração, multiculturalista e globalista. Le Pen representa milhões de franceses que rejeitam a destruição cultural da França. Sua exclusão política é sintoma de uma democracia cada vez mais seletiva e manipulada.

ROMÊNIA: GEORGESCU PRESO APÓS VENCER AS ELEIÇÕES

Na Romênia, o caso é ainda mais escandaloso. Cristian Terheș e Dumitru Georgescu, nomes ligados à direita conservadora, venceram as eleições locais em 2024. Pouco tempo depois, o pleito foi cancelado sob alegações vagas de irregularidades e Georgescu foi preso. As mesmas ONGs financiadas por George Soros, que atuam em nome da “defesa da democracia”, lideraram a pressão para que o processo eleitoral fosse anulado. Ironia? Não. É a face cruel do globalismo que opera sem limites.

ALEMANHA: A CAÇA AO PARTIDO AFD

Na Alemanha, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD), liderado por figuras como Alice Weidel, enfrenta uma perseguição institucional digna de regimes totalitários. Acusado de “ameaçar a democracia” por defender o controle de fronteiras, a família tradicional e o fim do politicamente correto, o AfD é sistematicamente difamado, censurado nas redes sociais e até monitorado como “grupo extremista”. A criminalização de ideias conservadoras avança sob o silêncio cúmplice da mídia e a conivência das cortes alemãs.

ESLOVÁQUIA: O ATENTADO CONTRA ROBERT FICO

O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, sofreu um atentado em maio de 2024, pouco depois de confrontar a agenda belicista da União Europeia e defender uma política de neutralidade em relação ao conflito na Ucrânia. Fico, conhecido por suas posturas conservadoras e nacionalistas, também havia criticado a imposição de valores progressistas por parte de Bruxelas. O atentado foi classificado como “ato isolado”, mas muitos analistas veem ali uma tentativa de silenciar um dos últimos líderes europeus dispostos a enfrentar o globalismo.

HUNGRIA: VIKTOR ORBÁN COMO ALVO PERMANENTE

Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, é o inimigo número um da União Europeia. Por defender a soberania nacional, os valores cristãos e a proteção das famílias, Orbán sofre constantes ameaças de sanções, bloqueios de verbas europeias e tentativas de isolamento político. A grande mídia europeia não poupa esforços em pintá-lo como “autocrata”, mas a verdade é que Orbán representa o último bastião de resistência conservadora dentro da UE.

ESTÔNIA: RUSSOS IMPEDIDOS DE VOTAR

Na Estônia, cerca de 25% da população russa local foi impedida de votar, sob alegação de “segurança nacional”. O motivo real? Esses cidadãos votariam em candidatos contrários à agenda globalista e pró-Ucrânia da elite estoniana. É o voto seletivo em sua versão mais perversa: só pode votar quem concorda com o sistema.

ARGENTINA: MILEI RIDICULARIZADO POR SALVAR O PAÍS

Javier Milei assumiu a presidência da Argentina em meio ao caos deixado por décadas de governos socialistas. Sua proposta radical de ajuste fiscal, liberalismo econômico e defesa da liberdade individual o transformou em símbolo global da nova direita. Mas a mídia globalista o ridiculariza todos os dias, tratando-o como “louco” ou “extremista”, mesmo diante dos primeiros sinais de recuperação econômica do país. Quando um conservador ousa tentar salvar sua nação, ele é difamado, sabotado e perseguido.

ESTADOS UNIDOS: TRUMP, O ALVO PRINCIPAL

Donald Trump continua sendo o pesadelo da esquerda global. Acusado de tudo que se possa imaginar — de conluio com a Rússia até tentativa de insurreição — Trump é alvo de processos judiciais sem fim, campanhas difamatórias e sabotagens políticas. Sua verdadeira “culpa”? Ter colocado os Estados Unidos em primeiro lugar, confrontado a ONU, o globalismo, a imprensa mentirosa e o “Estado profundo”. Sua luta representa a resistência contra a dominação global da esquerda e, por isso, precisa ser aniquilado aos olhos do sistema.

VENEZUELA: A FARSA DA DEMOCRACIA E A PERSEGUIÇÃO A MARÍA CORINA MACHADO

Na Venezuela, o regime de Nicolás Maduro, herdeiro político de Hugo Chávez, realiza eleições de fachada para manter uma aparência de democracia. Em 2023, María Corina Machado, principal líder da oposição conservadora, foi impedida de concorrer sob a desculpa de “irregularidades administrativas”. Sua crescente popularidade ameaçava o sistema bolivariano, que conta com o apoio de organizações globalistas e partidos de esquerda do mundo todo.

A TEIA DE GEORGE SOROS: FINANCIANDO A PERSEGUIÇÃO

Nada disso é coincidência. A Open Society Foundations, de George Soros, tem financiado, direta ou indiretamente, muitas das ONGs, grupos de mídia e campanhas judiciais que atacam a direita mundial. No Brasil, foram mais de R$ 150 milhões transferidos a ONGs em 2023, muitas delas com atuação política clara, apoiando narrativas contra Bolsonaro e movimentos conservadores. Na Europa, Soros é o grande incentivador de políticas de imigração em massa, legalização de drogas, ideologia de gênero e relativismo cultural.

Soros e seus aliados operam sob o disfarce de “defesa da democracia”, mas promovem justamente o contrário: a destruição das democracias nacionais em nome de um governo global centralizado e progressista, onde as vontades do povo são ignoradas e os conservadores são tratados como criminosos.

MAIS DO QUE NUNCA A RESISTÊNCIA É NECESSÁRIA

O que une todos esses casos não é a coincidência. É o método. Existe um esforço deliberado da esquerda globalista para exterminar a direita política, seja por censura, judicialização ou violência simbólica e física. Os conservadores que defendem soberania nacional, liberdade econômica, valores cristãos e o Estado de Direito estão sendo eliminados do jogo político, um a um.

A pergunta que precisamos fazer é: até quando? Até quando aceitaremos calados que nos transformem em inimigos do Estado apenas por discordar? Até quando o mundo tolerará essa nova ditadura, travestida de democracia, onde só um lado pode falar, concorrer e existir?

A resposta está na resistência. Está na mobilização, na denúncia internacional, na união de forças conservadoras ao redor do globo. O projeto globalista quer nos calar. Cabe a nós, com coragem e verdade, impedir que tenham sucesso.

voxliberdade@voxliberdade.com.br

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