A PERSEGUIÇÃO A BOLSONARO: COMO VENCER UM JOGO COM CARTAS MARCADAS?

A perseguição implacável contra Jair Bolsonaro atingiu níveis alarmantes. O sistema judiciário brasileiro, outrora um pilar da democracia, foi subvertido para atender a interesses políticos, com o objetivo claro de neutralizar o principal líder da direita conservadora no Brasil. O que está em jogo não é apenas a liberdade de Bolsonaro, mas a própria integridade do Estado de Direito no país.

A tentativa de criminalizar um ex-presidente sem provas concretas, utilizando processos com evidente viés ideológico, demonstra que estamos diante de um embate desproporcional. O establishment, representado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela grande mídia, opera em conluio para desmoralizar e aniquilar politicamente Bolsonaro e o conservadorismo no Brasil.

DESTRUINDO A JUSTIÇA PARA PEGAR BOLSONARO

As denúncias contra Bolsonaro, no âmbito do chamado “Inquérito do Golpe”, representam uma aberração jurídica sem precedentes. A acusação se baseia em interpretações subjetivas e suposições, ignorando completamente princípios fundamentais como o direito à ampla defesa, a presunção de inocência e o devido processo legal.

A Procuradoria-Geral da República apresentou uma denúncia que não se sustenta juridicamente. Os argumentos são frágeis, repletos de ilações, sem qualquer prova material concreta de que Bolsonaro tenha articulado um golpe de Estado. Pelo contrário, ao final de seu mandato, Bolsonaro respeitou o processo eleitoral, transferiu o comando das Forças Armadas para o novo governo e deixou o Brasil, o que contradiz qualquer narrativa de tentativa de golpe.

Além disso, a defesa de Bolsonaro foi deliberadamente cerceada. O advogado Paulo Cunha Bueno denunciou que não teve acesso à integralidade dos autos do processo, sendo forçado a trabalhar com informações previamente filtradas pelas autoridades persecutórias. Como um julgamento pode ser justo se a defesa não pode acessar todas as provas?

Essa perseguição não se restringe a Bolsonaro. Muitos de seus aliados e apoiadores foram arbitrariamente presos, impedidos de se manifestar e até submetidos a tortura psicológica para que incriminassem o ex-presidente. Pessoas comuns foram punidas com tornozeleira eletrônica por simplesmente participarem de manifestações. O sistema jurídico foi completamente distorcido para atender a interesses políticos.

A CONSTRUÇÃO DE UMA NARRATIVA FRAUDULENTA

O inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe não tem qualquer embasamento real. Diversos denunciados já apontaram a ausência de provas concretas e a construção de uma narrativa artificial para incriminar o ex-presidente. Os principais pontos contestados pelos denunciados são:
     
  1. Falta de provas concretas: A PGR não conseguiu demonstrar um vínculo direto entre Bolsonaro e qualquer planejamento golpista.
 
  1. Liberdade de expressão: Muitos dos acusados alegam que seus posicionamentos críticos ao governo atual e ao processo eleitoral foram tratados de forma desproporcional como incitação ao golpe.
 
  1. Excesso de acusação: O inquérito inclui indivíduos que não tiveram qualquer participação relevante nos supostos eventos investigados.
 
  1. Pressão sobre delatores: O caso de Mauro Cid é emblemático. O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro declarou que foi pressionado pela Polícia Federal a aderir à narrativa oficial, sob ameaça de perder seu acordo de delação. A própria acusação tornou público um vídeo em que se vê claramente Alexandre Moraes ameaçando não apenas Cid, mas seu pai, esposa e filha.
  2.  
Se esses processos fossem conduzidos de forma justa, todas essas inconsistências teriam levado à sua anulação. No entanto, o que ocorre é um teatro jurídico, onde o desfecho já está previamente definido: a condenação de Bolsonaro.

O STF E A MÍDIA COMO FERRAMENTAS DE PERSEGUIÇÃO

O STF se tornou uma peça central na perseguição contra Bolsonaro. Ministros como Alexandre de Moraes abandonaram qualquer aparência de imparcialidade e se tornaram agentes políticos, instrumentalizando o judiciário para silenciar e punir adversários.

O ativismo judicial praticado pelo STF não tem paralelo na história recente do Brasil. O tribunal assumiu o papel de polícia, investigador, promotor e juiz, violando o princípio da separação de poderes. Ao fazer isso, subverteu completamente o devido processo legal.

A grande mídia, por sua vez, age como um braço auxiliar do sistema persecutório. Manchetes sensacionalistas e narrativas manipuladas são construídas para reforçar a imagem de Bolsonaro como um criminoso, ignorando as inconsistências e abusos processuais cometidos contra ele.

O CAMINHO PARA RESISTIR E VENCER

Diante desse cenário, a pergunta crucial é: como Bolsonaro e o conservadorismo podem vencer um sistema que joga com cartas marcadas? Algumas estratégias são fundamentais:
  1. Mobilização Popular e Pressão Política: A força de Bolsonaro está no povo. Ele é o líder político com maior apoio popular no Brasil. Milhões de brasileiros que rejeitam o arbítrio judicial e a perseguição política precisam se mobilizar e pressionar as instituições. Manifestações pacíficas, campanhas de conscientização e apoio massivo a parlamentares que defendem Bolsonaro são essenciais.
  1. Fortalecimento da Oposição no Congresso: O Congresso Nacional ainda é um campo onde Bolsonaro pode atuar. É essencial que os parlamentares conservadores, especialmente no Senado, atuem firmemente para limitar os abusos do STF. Projetos que reduzam os superpoderes do Judiciário e que garantam maior controle sobre as ações do Supremo devem ser prioridade.
  1. Apoio Internacional: A perseguição a Bolsonaro não passou despercebida no cenário internacional. Juristas nos EUA já denunciaram a atuação autoritária de Alexandre de Moraes e o risco que isso representa para a democracia brasileira. O apoio de lideranças estrangeiras e organismos internacionais pode ajudar a expor o arbítrio e gerar pressão externa contra os abusos cometidos pelo establishment brasileiro.
  1. Resistência Jurídica e Estratégia de Defesa: Bolsonaro conta com um time de advogados preparados para contestar cada ilegalidade do processo. É fundamental que todas as violações cometidas sejam documentadas e utilizadas para questionar a legitimidade do julgamento. A luta no campo jurídico pode ser longa, mas se bem conduzida, pode resultar na reversão das acusações infundadas.
  1. Comunicação Direta com o Povo: A grande mídia já se posicionou contra Bolsonaro, mas as redes sociais ainda são um espaço onde ele pode se comunicar diretamente com seu eleitorado. É essencial que Bolsonaro e seus aliados mantenham uma estratégia de comunicação eficiente, combatendo narrativas falsas e expondo os abusos cometidos contra ele.
  1. Muita Coragem: A coragem é a faísca que acende a resistência contra a tirania. Quando um povo enfrenta a opressão de uma ditadura judicial, superar o medo é essencial para reconquistar a liberdade. A covardia fortalece os opressores, mas a determinação de lutar transforma cidadãos comuns em heróis que mudam a história.

A LUTA PELO BRASIL NÃO PODE PARAR

A perseguição contra Bolsonaro é um reflexo da guerra entre dois projetos de país: de um lado, o conservadorismo, que defende liberdade, a família e patriotismo; do outro, o establishment, que busca manter sua hegemonia a qualquer custo, mesmo que para isso precise destruir a Justiça e prender seu principal opositor.

O que estamos assistindo no Brasil é um ataque frontal à democracia. Se um ex-presidente com milhões de apoiadores pode ser tratado dessa forma, nenhum cidadão está seguro. Essa luta não é apenas de Bolsonaro, mas de todos os brasileiros que acreditam em um país livre e justo.

Bolsonaro pode ser alvo do sistema, mas a história mostra que líderes perseguidos injustamente frequentemente emergem ainda mais fortes. Cabe ao povo brasileiro decidir se permitirá que essa injustiça prevaleça ou se lutará para restaurar a verdadeira democracia no país.

A luta continua, e a vitória virá da resistência. Bolsonaro não está sozinho, ele representa muita coisa.

voxliberdade@voxliberdade.com.br

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